
Portanto o segredo é agitar a oferta, muitas salas, muitas carinhas larocas, para adolescente ver, é bom saber que “ (...) Felizmente temos actores que são conhecidos das novelas, da televisão ou do cinema. E, se são bons, ainda bem (...)” diz Jorge Salavisa, director do Teatro São Luiz.
Também era bom e não menos louvável que em Teatros como o D. Maria, o São Luiz e o Maria Matos houvesse espaço para os mais pequenos, ou seja os ditos Grupos de Teatro Amadores, que até pagam uma “pipa de massa” á S. P. A., para poder fazer uma peça de autor, os tais ditos que não têm apoio nenhum ou quase nenhum (daqui tiro o chapéu à atitude de algumas câmaras como a de Almada que ainda se preocupa em ajudar estes grupos).
Os tais que põe uma peça de pé quase a custo zero e quantas as vezes a custo da carteira dos próprios actores.
Uma sugestão: Porque não criam um concurso para Grupos de Teatro Amadores (mas dos sérios, não daqueles em que os vencedores são sempre os mesmos) para que também nós Grupos de Teatro Amadores possamos mostrar que para além de pequeninos, também sabemos agitar o público, também temos amor á arte.
Se calhar mais que muitos actores ditos profissionais, pois podemos não ter dinheiro para grandes produções e nem sequer para mandar cantar um cego, mas temos uma coisa chamada “Amor á camisola”, neste caso Amor ao Teatro.
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