Avançar para o conteúdo principal

11 de Setembro 2001 – Procura-se a Justiça de Deus.




Naquele dia como estava de folga, resolvi ir para a praia, mas não me sentia bem, o tempo estava estranho, o vento esquisito, o mar revoltoso replicava ruidosamente, “vomitando” umas estranhas algas castanhas...
Tudo parecia não bater certo.
Estava com um aperto no peito, aquele que costumo ter quando tenho maus pressentimentos. 

Não aguentei mais, liguei para a minha mãe para saber se estava tudo bem.
A resposta foi: “Já soubeste o que aconteceu?” 

Não, eu não sabia...e então soube... Incrédula liguei para o Carlos para confirmar e, até estava disposta a ligar para DEUS para saber aonde é ele estava naquela altura, mas ELE não têm telemóvel!!... então disparei da praia para casa... 
Quando cheguei é que tive noção da enormidade, do pavor (como diria Artur Albarran “...o drama...”) 
Tudo o resto são imagens, revolta e vidas despedaçadas. 
Não é preciso falar mais nada, já muitas palavras foram ditas e escritas e se pudéssemos colocar um anúncio no jornal procurando responsáveis, seria algo parecido com:
Procura-se a Justiça de Deus.
Recompensa: A cabeça de Osama Bin Laden e Mr. Bush.




Já agora um recadinho:

Mr. Bush, a América não é um carrinho telecomandado, se não têm com que brincar, brinque com “aquilo que lhe deram”.
Se é que me fiz entender...


Mr. Osama Bin Laden (se é que se pode chamar de Mr. ou será antes aberração?) O "Deus" que você tanto reclama e invoca é o mesmo "Deus" em que eu acredito, que morreu por nós na cruz, logo duvido que "ELE" quisesse que alguém se matasse por uma crença, nem que matassem inocentes, porque Deus é único (cada religião vê-o é de maneira diferente) e não essa coisa em que vocês acreditam porque isso não é Deus mas sim o Diabo... 
Já agora qual é o seu problema com a América? 
Se calhar até queria ser como eles, têm bom remédio, corte o cabelo e as barbas, contacte o cirurgião do Michael Jacson para lhe pôr a pele mais clara, use roupas ditas... mais americanas e talvez a Whitney Houston algum dia olhe para si.

Tenho dito...

Comentários

  1. sei k nao me conheces mas nao sei bem de onde!penso k do blog da Lara Croft vi aki parar!! ja vi aki algumas xs visitar o teu cantinho, mas so agr deixo comments!! pois é, este é o mundo em k vivemos!! Deus fe-lo pr todos, mas existe pexoas egoistas k o kerem so pr eles!! ate cansa ver tanta destruiçao! e o k mais me enerva é k é o pobre do povo k sofre!akeles macambunzios k estao sentadinhos nas bancadas politicas a discutir ideias por xs completamente absurdas nnc sofrem c nada!! é mt injusto por xs este mundo!! akeles k fazem algo pelo mundo, pelo verdadeiro espirito de sociedade morrem em atentados!!assinados de mil e uma forma, c eles vao milhares d pexoas!! e pelo o k s vê tudo irá s agravar :S bem é caso pr dixer!!seja kal for a forma k cd um d nós chama ao seu Deus, ha sua crença!!k ao fim ao cabo ele acaba por ser so um invocado d varias formas(e respeite-mos ixo!) k Ele nos protega!! =)

    ResponderEliminar
  2. Olá Amoraxita, conheco-te do blog da Lara Croft e penso que também dos Fóruns PTGate, também costumo postar lá, mas como Catita.
    Obrigado pelo comentário.

    Sandra

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Pode comentar... o Bluestrass não morde!

Mensagens populares deste blogue

Eduardo Viana - O supersticioso e obstinado

Eduardo Viana , pintor nascido em Lisboa no dia 28 de Novembro de 1881 na Rua do Loreto, nº 13 no quarto - andar, filho de José Afonso Viana e de D. Maria das Dores Fonseca Viana foi um dos nomes sonantes da pintura do século XX em conjunto com outros pintores como Amadeu de Sousa-Cardoso, Almada Negreiros, Robert Delaunay e Sónia Delaunay, Mily Possoz (de quem veio a estar noivo entre os anos 1919-1925) entre outros. Uma personalidade impar,”(...) Supersticioso, austero, exigente e obstinado (...)” era capaz de “(...) raspar qualquer trecho ou pormenor, aparentemente insignificante, de uma tela já coberta; repintá-lo uma, duas, número sem conto de vezes, até acertar na forma, mas, sobretudo, no tom, era, para Eduardo Viana, o pão nosso de cada dia. Que saibamos, um ano (...) levou o insatisfeito pintor a encontrar, após sucessivos ensaios, a cor de um simples lenço sobre que, numa natureza morta, repousavam uns frutos (...)” Matriculou-se no Curso Geral de Desenho da Sociedade de Bela...

Música que tem bom feeling - Maria

Adoro quando descubro músicas que me tocam. Sejam elas mais sérias, ou mais "cool" como esta, estas duas vozes juntas é qualquer coisa! Letra e música de Bezegol Por gostar de ti Maria Não olhei ao sofrimento E não quis lembrar o dia Que falhaste ao juramento Por ti enfrentei o mundo Enrolado no teu dedo Condenado a amor profundo Encobrindo o teu segredo Eu lembro-me de ti Por quem me apaixonei Para onde foste eu não vi Nem sei quando deixei Queria-te ter aqui Mas sei que não consigo Fazer voltar atrás Fazer do tempo amigo Vou seguindo minha estrela Firme vou no meu caminho A bagagem vai pesada Mas eu carrego sozinho Foi dica a tua experiência Mas não quero olhar para trás Agarro-me às partes boas E sigo a iludir as más Eu lembro-me de ti Por quem me apaixonei Para onde foste eu não vi Nem sei quando deixei Queria-te ter aqui Mas sei que não consigo Fazer voltar atrás Fazer do tempo amigo Eu lembro-me de ti Por quem me apaixonei Pa...

Restolho - Mafalda Veiga

Bom dia! Adoro quando sou surpreendida por musicas recentes que me tocam, mas também quando ouço algo que em tempos acompanhou a minha vida. É o que acontece com esta música. Sempre gostei muito de ouvir Mafalda Veiga, principalmente na adolescência, as suas músicas sempre me concederam momentos de pausa e de reflexão.  Esta música faz-me lembrar momentos de verões eternos, quando a seguir ao almoço o calor era tanto que se ouviam as cigarras.  Do doce das uvas, das amoras e dos figos pelos caminhos duros.  Do rio calmo e fresco, dos peixes que teimavam em fazer as suas danças e quase que nos vinham beijar a pele.  Dos fins de dia quase noite quando caminhavamos cheios de uma felicidade que enchia o coração. É bom recordar... "Geme o restolho, triste e solitário A embalar a noite escura e fria E a perder-se no olhar da ventania Que canta ao tom do velho campanário Geme o restolho, preso de saudade Esquecido, enlouquecido, dominado Escondido entre as sombras do ...