Todos os dias fazemos pequenos gestos e usamos alguns produtos que se tornam num ritual diário. Por exemplo, com certeza que usa sabonete, ou mesmo gel de banho todos os dias. Já alguma vez se perguntou porque o fazemos, ou qual é o sua origem? O sabonete é um produto muito antigo, os primeiros vestígios deste produto, foram encontradas na era de 2800 A.C., durante as escavações da antiga Babilónia. Na era de 1500 A.C. os antigos egípcios usavam uma mistura de óleos animal e vegetal com sais alcalinos para criar um material semelhante ao sabão, este era usado para tratar de doenças. Na era de 600 A.C. os fenícios confeccionavam uma mistura de terra argilosa com cinzas de madeira ou calcário para limpar o corpo. Este produto correu as rotas do comércio, até chegar à Europa, no entanto esta técnica não foi utilizada pelos Romanos, durante cerca de 600 anos.A partir do I século D.C. o fabrico do sabão foi evoluindo consideravelmente, desde o cozimento do sebo de carneiro com cinza...
Olá Sandra! Antes que nada descúlpame o português ancestral que tenho... sou espanhola. Não é a primeira vez que leo estas dúvidas que tens em boca de outros, falando de Dulce Pontes. Desde meu ponto de vista, tanto Dulce Pontes como Madredeus fazem um tipo de música minoritária, que infelizmente pouco importa quando trata-se de fazer festivos ou ciclos de música. Em segundo lugar, Dulce Pontes, apesar de levar tempo apresentando seu próximo disco (que teoricamente sai no outono) digamos que esteve imersa em uma espécie de letargia, mas vai despertando. E a propósito, estas últimas semanas teve três concertos em Portugal, por tanto ainda se deixa ouvir. Mas, melhor contame tu, que lhe passa a Porugal com Dulce? A maioria não a querem muito verdade? Por sorte aqui na Espanha, e falando para mim, a queremos, alguns como eu com certa loucura, porque é uma das vozes mais preciosas que conheço, me atrevo a dizer-te, a VOZ.
ResponderEliminarBeijinhos ***
Olá Natura, primeiro quero - te dar as boas vindas ao meu blog.
ResponderEliminarEm relação á Dulce e a musica dela, realmente tens razão, as musicas dela não são as chamadas comerciais e existe muitos que acham que a voz dela irrita um pouco.
Eu acompanho a carreira da Dulce quase desde o início, ela estreou-se num programa apresentado por Júlio Isidro, cujo nome não me recordo agora e depois o seu sucesso foi-se começando a desenhar lentamente, até que em 1991 obtém o oitavo lugar no Festival da Eurovisão, em Roma, com o tema “Lusitana Paixão”.
Para mim, foi o suficiente para passar a ser uma fã incondicional da sua voz.
Eu dancei a “Canção do Mar” e a “Lágrima” (com uma outra colega minha, um dia talvez coloque algumas fotos...) e interpretei a personagem da Dulce num dueto que ela fez com a Adelaide Ferreira “Papel Principal” e ainda hoje não consigo explicar o que sinto quando oiço estas canções. Do último álbum da Dulce, não direi que oiço todas as canções mas há algumas que me tocam verdadeiramente: “Cinema Paraíso”, “Renascer”, “Amália por amor” e “Amor a Portugal”.
Esta última canção foi muito ouvida na altura do Euro2004, mas passou a fase da loucura e toda a gente a esqueceu.
Ainda não entendi se em Portugal as pessoas gostam ou não da Dulce assim como de outros cantores que são diferentes, mas o que é certo é que se passa longas temporadas sem se ouvir falar deles, quase que dá para pensarmos que este género de música é feita para uma classe elitista... quando na realidade as letras das canções são de grandes poetas Portugueses e algumas já foram cantadas por outros e fizeram grande sucesso, acho que este é o preço que se paga por ser diferente...
Deixo aqui a letra de uma canção que está no album “Caminhos” editado em 1996, que eu gosto muito:
Verdes Anos
Pedro Támen / Carlos Paredes
Era o amor
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefece
Sem antes nem depois
Era um segredo
Sem ninguém para ouvir
Eram enganos e era um medo
A morte a rir
Dos nossos verdes anos
Foi o tempo que secou
A flor que ainda não era
Como o outono chegou
No lugar da primavera
No nosso sangue corria
Um vento de sermos sós
Nascia a noite e era dia
E o dia acabava em nós