quinta-feira, agosto 04, 2011

O significado da "amizade"...

Hoje ao pesquisar neste blog pela palavra amizade encontrei alguns post's em que o tema é esse. No entanto nos últimos tempos questiono-me ou melhor questionamo-nos (eu e o Carlos) muito sobre o significado dessa palavra.
Eu que sempre fui muito mais expansiva, que mais facilmente consigo travar amizades, até eu já consigo colocar essa capacidade em causa e pensar sobre o que estará errado.
Existem coisas que não consigo perdoar e esquecer e uma dessas coisas é a as pessoas fingirem... fingirem que não sabem, fingirem que não vêem, simplesmente fingirem.
Não devem estar a entender nada do que estou a escrever, mas é mesmo assim.
Faz-me confusão que sempre que nos convidam para alguma coisa, nós dentro das nossas possibilidades façamos das "tripas coração" para estarmos lá, presentes. Sei que desde que casámos e principalmente que desde que o Vicente nasceu, talvez não estejamos tão disponíveis, mas dentro do que é possivel fazemos por continuar a manter os laços.
O que eu não consigo compreender é porque é que quando chega a altura das pessoas retribuírem, as pessoas nunca estão disponíveis... pior que isso ignoram-nos pura e simplesmente. E isso não aconteceu, não uma, não duas, mas várias vezes...
Provavelmente, somos tão intragáveis que nem um telefonema merecemos?
Não sei, não consigo arranjar uma explicação lógica e plausível.
Mas tudo bem... a questão é que a partir de agora, também provavelmente vamos deixar de estar tão disponíveis como até agora estivemos... Como se costuma dizer, temos pena!
E para terminar, um pensamento que não é meu, mas que reflecte o que aqui falo...

"‎Quem não te procura, não sente a tua falta. Quem não sente a tua falta, não te ama. O destino determina quem entra na tua vida, mas tu decides quem fica nela. A verdade dói só uma vez. A mentira cada vez que te lembras. Então, valoriza quem te valoriza e não trates como prioridade quem te trata como opção. "

Jokas para todos
Sandra C.

1 comentário:

  1. Sempre fui meio auto-suficiente e achava que não precisava de ninguém além de mim. A gente envelhece e reavalia certas coisas. Hoje, não gosto de muita gente ao meu redor, mas os poucos que sempre lembram, sempre se importam, estes eu gosto deles perto de mim.

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